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VOCE S/A - Unidos até no dinheiro
01 de julho de 2010 | 10h 09
Se para você pimenta boa é a que faz a boca queimar, os olhos lacrimejarem e o corpo suar, há boas chances de você ser um chilihead - é assim que os viciados em pimenta são chamados. E como a moda agora são pimentas cada vez mais picantes, o negócio é conhecer a pungência das variedades populares. A classificação mais objetiva é a escala de Scoville, criada com rigor científico pelo químico norte-americano Wilbur L. Scoville em 1912. É essa a medida que está nas pimentas desta página. Cada unidade Scoville refere-se à quantidade de vezes que um extrato de pimenta dissolvida em álcool pode ser diluído em solução de água e açúcar. Ou seja, o que ela precisa para ser neutralizada. Vai encarar?
Escala de pungência Scoville: ALTA

JOLOKIA: 1.000.000
A mais ardida do mundo, de cores vermelha e marrom. Não tente comer crua

HABANERO: 500.000
Madura fica levemente doce. Tem várias cores. Faz salsas, moles e chutneys

SCOTCH BONNET: 250.000
Achatada e irregular, tem aroma frutado. Vai bem em molhos caribenhos, como o jerk
RED SAVINA: 200.000
"Fabricada", surgiu na Califórnia. De casca ondulada, dá bons molhos e conservas

MALAGUETA: 100.000
Tempero baiano por excelência. Vai bem com peixes e carnes
Escala de pungência Scoville: MÉDIA

MURUPI: 60.000
Aromática e abundante no Norte do Brasil, onde é conservada no soro de leite

FIDALGA: 50.000
Comum em MG e SP, faz bons molhos, conservas e acompanha saladas

PIMENTA-DE-BODE: 50.000
Em Goiás, é usada como tempero em quase todos os pratos triviais

CAIENA: ATÉ 50.000
Consumida seca e moída na África e Índia. Indispensável na culinária cajun de New Orleans (EUA)
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ATÉ 50.000: TABASCO
Alongada, de cores amarela e vermelha, é saborosa e encontra sua melhor forma em molhos

CUMARI: ATÉ 50.000
De frutinhos verdes, ovalados e pequeninos, é usada em molhos ou fresca
Escala de pungência Scoville: BAIXA

PIMENTA-DE-CHEIRO: 20.000
As cores variam do verde-claro ao amarelo forte. Comum do Norte ao Sudeste do Brasil. Bastante aromática

DEDO-DE-MOÇA: 15.000
Pouco pungente, quando seca e picada é chamada de pimenta-calabresa (comum no Sul do País)

JALAPEÑO: 5.000
É a mais consumida nos EUA, ao lado da tabasco. Faz excelentes molhos
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BIQUINHO: 1.000
Pequenina e doce, é usada em molhos, conservas ou comida in Natura
A Exame edição 978 do dia 20/10/10 publicou uma excelente matéria chamada ‘A Classe C Cai na Rede’ que fala sobre a digitalização da nova classe média brasileira como a utilização da internet está mudando suas vidas.
01 de julho de 2010 | 9h 25

Mania. Criada na Índia, a jolokia, ou ‘fantasma’, virou febre na valente tribo dos pimenteiros. Foto: Keiny Andrade/AE
Quando a pimenta biquinho apareceu, fez fama por não ser ardida e em pouco tempo virou mania. Mas a moda agora é outra: quanto mais quente, melhor. As pessoas estão querendo pimentas cada vez mais fortes. Se fizer chorar, então, perfeito. Vale até provocar suadouros e desmaios.
A pimenta sensação atende pelo nome nada simpático de Bhut jolokia. É chamada também de pimenta-fantasma ou simplesmente de jolokia, como é mais conhecida. Seja qual for o nome, o fato é que ela é a pimenta mais forte do mundo - por enquanto - e isso não é força de expressão.
A jolokia foi criada em Tezpur, na Índia, há dez anos, fruto de um cruzamento entre as pimentas mais ardidas de que se tinha notícia. Sua pungência ultrapassa 1 milhão na escala Scoville.
Atraiu as atenções e espalhou-se pelo mundo, provocando lágrimas e fortes emoções. Pimenteiros em grupos de discussão já fizeram apologia dela e há até teses sobre o seu poder de fogo - a jolokia tem o dobro da pungência de variedades como a red sativa, a scotch bonnet e a habanero. Na internet, diversos sites vendem sementes de jolokia e frutos prontos para o consumo.
Por que um fruto que queima a boca faz tanto sucesso? Os especialistas têm uma boa explicação: pimenta vicia. "A pungência é interpretada como uma queimadura e o cérebro libera endorfina para combater o desconforto. Assim, a pessoa sente bem-estar. É uma espécie de recompensa", diz Arlete Marchi Tavares de Melo, pesquisadora de hortaliças do Instituto Agronômico de Campinas (IAC).
Mais que fã confesso, Nelusko Linguanotto Neto, dono da Bombay Food Services, admite ser um desses viciados em pimenta. De manhã, toma cápsulas "para garantir a pimenta do dia". "Vai que não consigo almoçar ou jantar", brinca o autor do Dicionário Gastronômico de Pimentas.
O ardor e o aroma da pimenta dependem de centenas de substâncias. Mas a pungência é causada principalmente pela capsaicina, substância presente em células da placenta, onde se ligam as sementes. É por isso que muita gente se confunde, achando que as sementes causam o ardor.
"Basta um leve toque nas células da placenta para que elas liberem a capsaicina e ‘contaminem’ as sementes e o fruto. A região mais ardida da pimenta é sempre o terço superior, perto do cabo", explica a Arlete.
Família Capsicum. Acredita-se que as pimentas sejam todas originárias da Bacia Amazônica. Ainda que tenham sabor e pungência distintas, a cambuci, o pimentão, o tabasco, as pimentas-de-cheiro e o jalapeño são parentes. Até a pimenta biquinho, grau zero de pungência, é prima da jolokia. Todas pertencem ao gênero Capsicum.
Os frutos têm sementes abundantes e fáceis de cultivar. E, por um capricho da natureza, a grande família das pimentas pode sempre agregar mais algum parente por meio de novos cruzamentos. Ou seja, se plantadas próximas, pimentas mais doces e mais picantes podem se reproduzir, dando origem a frutos de sabor e pungência variados.
Foi assim que surgiu, por exemplo, o tipo malaguetão: cruzamento da ardida malagueta com a menos picante dedo-de-moça. "Entre as 30 espécies de pimentas existentes, cinco são cultivadas: Capsicum chinense, Capsicum annuum, Capsicum baccatum, Capsicum frutescens e Capsicum pubescens", explica Arlete.
No Brasil, pimenta é fruta de se comer em porções pequenas ou a conta-gotas, fresca ou em conserva. "Não temos costume de secá-las e de processá-las em pasta como os peruanos", diz Cyro Abumussi, produtor da Fazenda Ituaú, no interior de São Paulo.
Com regiões bastante ensolaradas, o Brasil tem pimenta o ano todo. Os maiores produtores são Minas Gerais, Goiás, Pará, Ceará, Bahia e São Paulo. Além da dedo-de-moça (menos picante que a malagueta), as pimentas-de-cheiro (espécie Capsicum chinense) são abundantes aqui.
Os frutos são atarracados, em geral amarelados, e a pungência varia muito - por aqui vingam desde as pimentas-de-cheiro verdadeiras, de pungência média, às variedades chora-menino e pimenta-de-bode, bem ardidas.
"Por muito tempo as pessoas fugiram das pimentas ardidas achando que faziam mal. Era difícil encontrá-las em restaurantes, mas com a popularização das casas de comida mexicana e peruana, a pimenta passou a ser valorizada", diz Arlete.
COMO UMA DROGA
O efeito bombástico da pimenta começa na língua. Quando alguém morde uma pimenta, ela se rompe e libera a capsaicina, seu composto químico ativo mais importante. A substância estimula os receptores de calor e de dor presentes em toda a língua. O cérebro interpreta esse ardor como se a língua tivesse sido queimada. E faz com que os receptores opióides do sistema nervoso simpático produzam endorfina - responsável pela sensação de bem-estar. Esses receptores são os mesmos que respondem a algumas drogas. A capsaicina também altera o equilíbrio térmico do corpo, provocando ondas de calor e suor.
Serdar Yegulalp, da PC World EUA
07/10/2010
Com versões para Windows, Linux e Mac, estes aplicativos gratuitos e de código aberto facilitam o seu dia-a-dia, sem cobrar nada por isso
Quase todo mundo que já teve alguma experiência com software livre conhece o conjunto de aplicativos de escritório OpenOffice.org: é um pacote gratuito com processador de textos, planilha de cálculo, editor de apresentações, banco de dados e ferramenta de desenho que tem boa parte dos recursos encontrados em seu concorrente comercial mais próximo, o Microsoft Office. Para os usuários que precisam de ferramentas poderosas mas não necessitam de compatibilidade perfeita com os documentos do Microsoft Office, o OpenOffice.org é a escolha certa.
Mas além do OpenOffice.org, quais são as alternativas? Procurei pelos quatro cantos da web para descobrir estes aplicativos gratuitos (muitos deles de código aberto) para uma série de tarefas de escritório: edição de textos, diagramação de páginas, edição de imagens, ilustração, controle de tarefas e mais. Alguns são substitutos à altura de aplicativos comerciais muito mais caros. Todos tem versão Windows e muitos deles também estão disponíveis para Linux e Mac OS X.
É difícil “acertar” software de produtividade gratuito, o que explica porque de cada quatro programas que testei, três não são mencionados aqui. Infelizmente ainda não temos uma solução viável e de código aberto para edição de vídeo, embora haja inúmeros projetos, como o VideoLAN Movie Creator, ainda em desenvolvimento. Mas a quantidade de programas disponíveis cresceu de forma notável nos últimos anos, e novos aplicativos de todos os tipos continuam a surgir.
Nº 1: Abiword 2.8.6
Se tudo o que você quer é um processador de textos simples e o OpenOffice.org parece um exagero, experimente o AbiWord 2.8.6. Feito para simular o comportamento e aparência do Microsoft Word entre as versões 97 e 2003, o AbiWord também emula de forma bastante confiável a vasta maioria das funções do aplicativo da Microsoft. Uma função que merece destaque é um modo de “colaboração ao vivo” que permite a um usuário do AbiWord se conectar a outro usuário através da rede e trabalhar ao mesmo tempo em um documento.
Mas um aviso: o AbiWord pode se atrapalhar com documentos criados em outros programas. Alguns tipos de formatação não são corretamente preservados, e alguns recursos que são suportados no Word (e no OpenOffice.org) nem sempre funcionam como esperado. Ao trabalhar com documentos criados fora do AbiWord, use sempre cópias em vez dos originais.
O AbiWord é um processador de textos similar ao Word 2003, com poucas “frescuras” ou distrações.
Nº 2: Scribus 1.3.8
O Scribus é um programa gratuito e de código aberto para editoração eletrônica (DTP - Desktop Publishing), com uma interface gráfica que denota o mesmo nível de atenção encontrado em programas como o Inkscape e Paint.NET.
Ele tem ferramentas de layout e desenho no mesmo nível das encontradas em concorrentes comerciais, tem uma linguagem de macro como o GIMP com várias macros pré-definidas (por exemplo, um gerador de calendários), pode produzir documentos no formato PDF em CMYK com qualidade profissional e tem até uma função de “preflight check” para que você possa se certificar de que tudo está OK e sairá como planejado antes mesmo de mandar o trabalho para a gráfica.
Note que os melhores resultados são obtidos quando você usa o Scribus em conjunto com um processador de textos dedicado: por si só ele não foi projetado para esta função, e ainda não é adequado para a diagramação de documentos “corridos”. Assim como no Inkscape, não há suporte interno para sistemas de cor como o Pantone, mas é possível contornar, ao menos em parte, esta limitação.
O Scribus vem com vários modelos reutilizáveis, como este modelo de newsletter. Note a janela do “Story Editor”, projetado para permitir a edição direta do conteúdo das colunas de texto.
Nº 3: SeaMonkey 2.0.6
O pacote da Mozilla que inclui navegador web, e-mail, chat via IRC e editor HTML não recebeu tanta atenção quanto o Firefox ou Thunderbird (que fazem parte do pacote). Muito do desinteresse se deve ao fato de o SeaMonkey não ser atualizado tão frequentemente quanto os outros programas da Mozilla, mas a nova série 2.0 - lançada no fim do ano passado - merece ao menos uma boa olhada.
Além do navegador e cliente de e-mail que podem ser expandidos com o uso de plugins, a parte mais útil do SeaMonkey é seu editor HTML, mais refinado que o KompoZer mas não disponível separadamente. Ele não é substituto para um aplicativo de design como o DreamWeaver (e quem é?), mas funciona bem para montagem e limpeza de páginas simples, e como uma forma de analisar a estrutura de tags de páginas já existentes. Se você já gosta do Firefox e do Thunderbird, também ficará fã do SeaMonkey.
Além do Firefox e do Thunderbird, o Mozilla SeaMonkey inclui um editor HTML, aqui mostrado editando um documento no modo de visualização das tags HTML. Os atributos para o <SPAN> selecionado são mostrados em uma janela pop-up.
Nº 4: GIMP 3.6
O nome é uma sigla que significa GNU Image Manipulation Program (Programa GNU para Manipulação de Imagens) e entre os defensores do software livre o GIMP é a primeira recomendação como uma alternativa ao Photoshop.
De fato, muitas das ferramentas da Adobe foram re-implementadas aqui, como camadas, objetos de texto editáveis, suporte para um enorme número de formatos de aquivo e até mesmo o suporte a pincéis do Photoshop.
Um bônus é a enorme quantidade de scripts e add-ons que ampliam os recursos disponíveis. Infelizmente, o principal defeito do programa persiste mesmo após anos: uma interface desajeitada, exemplificada por elementos como a caixa de seleção de arquivos não-nativa na versão Windows.
O GIMP tem muitos dos recursos do Photoshop, inclusive a capacidade de usar pincéis desenvolvidos para o programa da Adobe.
Nº 5: Paint.NET 3.5.5
Este programa espetacular é o que chega mais perto de substituir o Photoshop para o usuário casual. Ele não é multiplataforma (só está disponível para Windows) nem de código-aberto (embora seu uso seja gratuito), mas é muito mais elegante e fácil de usar que sua contraparte open-source, o GIMP.
Edição em camadas, uma galeria de plug-ins, toneladas de efeitos (alguns acelerados via GPU) e suporte a praticamente todos os formatos de imagem mais importantes o tornam um programa imperdível. O Paint.NET tem algumas fraquezas, entre elas a forma desajeitada de lidar com texto, e não há forma de fazer manipulação não-destrutiva da imagem, como nas “camadas de ajuste” do Photoshop. Entretanto, ambos os recursos estão sendo desenvolvidos para inclusão em uma futura versão do programa.
O conjunto de ferramentas do Paint.NET é tão próximo do Photoshop que a maioria das pessoas pode usá-lo com treinamento mínimo.
Nº 6: Inkscape 0.48
Esta é a resposta do mundo do Software Livre ao Adobe Illustrator. O Inkscape é um software para ilustração vetorial refinado, poderoso e cheio de ferramentas das quais você pode fazer bom uso sem precisar ficar adivinhando para que servem. Seu formato de arquivo nativo é o XML, e ele pode importar e exportar ilustrações em uma grande variedade de formatos vetoriais e bitmap, bem como gerar documentos PDF. A versão mais recente, 0.48, adiciona suporte a edição de múltiplos “paths”, melhorias no manuseio de texto, uma interessante ferramenta “spray” e amplo suporte a perfis de cor no padrão ICC.
Ferramentas sofisticadas e controles precisos tornam o Inkscape poderoso o suficiente para a maior parte do trabalho com arte vetorial.
Nº 7: Dia 0.97
Esta é uma ferramenta simples, mas não simplória. O Dia é um programa para criação de fluxogramas e diagramas que é uma espécie de "Abiword da ilustração”, oferecendo apenas as ferramentas necessárias para criar este tipo de gráficos e nada além disso.
Os controles podem ser um pouco incômodos: ele assume, por exemplo, que o usuário desenha novas formas começando no canto superior esquerdo e descendo para o canto inferior direito, e você terá resultados estranhos se tentar desenhá-las no sentido contrário.
Mas no geral o Dia é fácil de usar, e vem com uma grande variedade de objetos em categorias comuns - símbolos elétricos, hidráulicos, para programação e mais - que tornam fácil a produção de diagramas para qualquer fim.
Criação de um diagrama com o Dia. Os elementos na caixa à esquerda podem ser substituídos por formas geométricas para maior versatilidade.
Nº 8: FreeMind
A princípio agrupar o FreeMind na mesma categoria do Dia parece fazer sentido, mas ele foi escrito do zero para atender a uma necessidade diferente. É uma ferramenta de desenho especialmente projetada para criar “mapas mentais”, ou diagramas que ilustram conceitos.
Os atalhos de teclado e comportamento padrão foram bem escolhidos, então não é difícil para alguém simplesmente se sentar em frente ao programa e começar a desenhar. O mapa resultante pode ser exportado como um gráfico ou uma “árvore de dados” (como um documento XML), ou mesmo como uma página web que replica o layout do mapa original.
FreeMind é um editor e ferramenta de desenho para “brainstorming”. A apresentação de cada nó em um “mapa mental” pode ser imensamente personalizada.
Nº 9: GTD-Free
O sistema de produtividade “Getting Things Done” de David Allen ajudou muitas pessoas a colocar suas vidas em ordem. O GTD-Free o ajuda a automatizar o sistema, para que você não fique dependente apenas de anotações em papel. Organizado em quatro abas de “ação” (Coletar, Processar, Organizar/Avaliar e Executar) ele permite ver todos os estágios de seu fluxo de trabalho GTD em um lugar só.
O programa permite escolher entre um simples banco de dados XML ou um em formato ODB (mais sofisticado e adequado para grandes quantidades de informações) para armazenar os dados, e é possível mudar de um para outro a qualquer momento. Também inclui algumas listas de ações como exemplos, para que você possa começar rapidamente se for um novato na metodologia GTD.
O GTD-Free lhe dá um “framework” para implementar a metodologia Getting Things Done sem usar pilhas de papel.
Nº 10: Task Coach 1.1.3
Se a metodologia Getting Things Done parece complicada demais, experimente o Task Coach. O programa usa uma abordagem muito mais simples, baseada em listas de tarefas, para ajudá-lo a ficar no comando de sua rotina. As tarefas podem ser organizadas em inúmeras categorias, receber prazos e percentagens de conclusão e rastreadas de acordo com o tempo para que você possa ter uma idéia de quanto tempo está gastando em cada projeto.
Recursos mais avançados, como criar sub-tarefas ou adicionar anotações sobre “esforço” a uma tarefa estão disponíveis se necessário, mas você não precisa saber como usá-los para poder usar o Task Coach.
Também gosto da forma como é possível visualizar as tarefas como mais do que apenas uma lista. Há uma visão por calendário, uma linha do tempo e uma visão hierárquica (boa para sub-tarefas). A lista de tarefas também pode ser sincronizada via iCalendar (ICS) ou usando um servidor Funambol, se você tiver acesso a um.
O Task Coach é uma simples ferramenta de gerenciamento de tarfefas baseada em listas, mas com recursos de produtividade mais avançados disponíveis, se você precisar deles.
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Para organizar e limpar a casa é preciso antes colocar em ordem seu cronograma de tarefas. Faça escolhas inteligentes e ganhe tempo.
Não é nada fácil limpar a casa, cuidar dos filhos e ficar linda para o marido. Mas a personal organizer (organizadora profissional) Viviane Santa Vicca, da empresa Le Lilas, em São Paulo, afirma que é possível. “Basta organização. Fazer tudo sem desperdiçar tempo”, diz ela. Veja como vencer essa empreitada.
1. Pense antes de agir
É preciso planejar o que fazer e de que maneira executar. Estabeleça os melhores dias para que a tarefa seja solucionada sem atropelos e com eficiência.
2. Faça uma lista
Na segunda-feira, organize as atividades da semana. Além de economizar tempo, você conseguirá direcionar melhor o seu trabalho.
3. Tenha um calendário por perto
Pendure uma folhinha com todas as suas tarefas. Separe os dias em que deverá lavar e passar roupa, por exemplo. Isso lhe poupará tempo e dinheiro.
4. Defina prioridades
Os serviços que você considera mais importantes devem ser feitos primeiro. E deixe os mais leves para depois. Além de lhe dar força para continuar, isso ajuda a aliviar o estresse acumulado no final do dia. Lembre-se: escolhas inteligentes ajudam a otimizar seu tempo
5. Livre-se das bugigangas
Nada de guardar em casa coisas sem valor. Imagine tirar pó das 50 latinhas de refrigerante que seu filho insiste em colecionar? Com certeza, isso renderá mais meia hora faxinando a casa.
6. Divirta-se na hora do trabalho
Transforme em lazer o momento de pôr ordem na casa. Convoque amigos, filhos ou o marido para ajudar. Agiliza o trabalho e vira um momento de descontração.
7. Aproveite seu dia
Não ocupe o dia todo só com obrigações como arrumar a casa, fazer supermercado, buscar os filhos na escola etc. Você tem direito de escolher o que quer fazer primeiro e de tirar uma folguinha. Por que não lavar a louça depois do Vale a Pena Ver de Novo ou passar aquela pilha de roupa após dançar ao som da sua banda favorita, por exemplo? Junte o dever com o prazer e não se cobre tanto.
“Esta matéria pode ser publicada gratuitamente em seu site, jornal, revista ou newsletter, desde que citada a fonte: www.organizesuavida.com.br. Se desejar publicar artigos e informações exclusivas entre em contato.”
Gaveta Superior

Nunca lave a carne antes de guardá-la. E não confie nos seus olhos. Nem sempre alteração de cor indica contaminação: a carne na geladeira fica mais escura por falta de oxigênio. Por outro lado, um filé contaminado pela bactéria Escherichia coli tem aparência normal.
1ª Prateleira
Não guarde o iogurte com a colher que você usou, ou as bactérias da sua boca farão a festa. Ovos não vão na porta, para evitar a variação térmica. Lave-os antes de guardar, pois pode haver micro-organismos (como a salmonela) na casca. Restos devem ser tampados só depois de frios.
2ª Prateleira
Latas podem sofrer contaminação nos supermercados e oxidar, por isso, coloque os enlatados em potes. Molho de tomate é muito perecível e deve ser consumido de uma só vez ou congelado – não deixe restos na geladeira. Não guarde o leite por muito tempo, pois ele absorve o cheiro dos outros alimentos.
Gaveta
Lave as folhas em água corrente e descarte as estragadas. Os temperos costumam ficar escuros por causa do frio, por isso devem ser guardados em sacos de papel ou recipientes forrados com papel-toalha.
Porta da Geladeira 
Lugar de vinagre é na geladeira. Em temperatura ambiente, ele pode sofrer contaminação de bactérias. Água vai num recipiente fechado e de vidro. Cervejas devem ser tomadas de uma só vez.
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Qual será a parcela da população que mal sabe ligar o computador e só usa o celular para fazer e receber ligações? Esse perfil, que não domina as novas tecnologias, certamente compõe um novo tipo de analfabeto - Por Jack London

O Instituto Paulo Montenegro, instituição ligada ao Ibope, publicou recentemente pesquisa sobre um tema que é tratado com muito constrangimento por certas áreas da comunicação: o número de brasileiros que, apesar de constarem nas estatísticas nacionais como alfabetizados, são na verdade analfabetos funcionais, ou seja, não são capazes de realizar, em sua plenitude, qualquer função ligada à leitura ou à escrita, à exceção da assinatura do nome e da identificação. … mais: revistapegn.globo.com