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22 de set. de 2011

DICAS ESSENCIAIS

 

Há muito tempo empresas de segurança previram que cibercriminosos iriam focar seus esforços em smartphones e tablets. Neste ano a previsão finalmente se tornou realidade para alguns usuários móveis.

Segundo John Dashner, diretor sênior de segurança móvel na empresa de segurança McAfee, “a única maneira de proteger verdadeiramente um smartphone é cercar o hardware, os dados e os apps. Se os três não forem cobertos, não haverá garantias”.

Em um relatório sobre o panorama dos softwares maliciosos para o segundo trimestre de 2011, a McAfee notou um aumento contínuo na quantidade de malwares encontrados pelos usuários móveis, com a plataforma Android tornando-se pela primeira vez a mais visada.

Com os malwares em ascensão, e inúmeros telefones com dados sensíveis a eles ainda sendo o problema número um, os especialistas em segurança dão cinco dicas essenciais para proteger os dispositivos móveis mais populares.

1. Bloqueie o dispositivo. Perda e roubo de dispositivos continuam a ser a ameaça mais séria para empresas e consumidores. Empresas norte-americanas e europeias perdem, em média, 11 smartphones por ano, de acordo com a Forrester Research. Os consumidores e as empresas preocupados como os dados no telefone deveriam, simplesmente, bloquear o aparelho com senha como primeira linha de defesa, afirmou Andrew Jaquith, ex-analista da Forrester, autor do relatório e que é agora chefe de tecnologia da Perimeter E-Security.Entretanto, a senha precisa ser grande o bastante para que você “possa parear com uma política de autodestruição – a falha de oito tentativas da senha correta deleta os dados do aparelho – para se assegurar que seus dados estejam seguros”.Se o aparelho pode ser remotamente apagado usando software de gerenciamento móvel ou um serviço similar, então a política de autodestruição pode ser mais tolerante.

2. Evite apps duvidosos. Quase todo peça de software malicioso que infecta um aparelho entrou por meio de um cavalo de troia. DroidDream, o aplicativo malicioso mais famoso, infectou 250 mil telefones Android em março. Os usuários devem baixar somente de lojas de aplicativos confiáveis e se focar nos mais populares, afirmou Michael Sutton, vice-presidente de pesquisa para empresa de segurança em nuvem Zscaler.Apesar de a loja do Google ter oferecido o DroidDream por um tempo, a empresa pode desinstalar automaticamente programas ruins e limpar o telefone do usuários.

3. Aceite as correções. Como os PCs, os aparelhos móveis precisam ser corrigidos regularmente para eliminar vulnerabilidades. A boa notícia é que as atualizações para o Android são feitas over the air, bastando aos usuários, apenas, aceitar tais procedimentos.Até que o iOS 5, da Apple, chegue aos iPhones, usuários precisam sincronizar seus dispositivos regularmente para terem acesso às atualizações.

4. Faça backup dos seus dados. É fácil fazer backup de dispositivos móveis, uma característica que os usuários devem usar e abusar.Usuários que fazem backups regularmente têm menos possibilidade de perder dados mesmo que suas empresas tiverem uma política rígida de autodestruição para aparelhos perdidos ou roubados.

5. Mantenha seu aparelho travado. Finalmente, apesar de algumas razões serem tentadoras para que os consumidores destravem seus aparelhos, os especialistas em segurança aconselham aos usuários não caírem na tentação.Muito da segurança de um telefone está ligada à assinatura de código. O software sandboxing, que destrava o aparelho e remove os direitos digitas de alguma operadora,  enfraquece a proteção do dispositivo.Um passo que os usuários podem escolher é instalar o software de antivírus.Muitas das funções do software são baseadas no modelo de mercado dos apps. Até que as empresas ofereçam mais recursos do que apenas bloquear apps ruins, os consumidores não podem arriscar não ter o software.

[Fonte: itweb.com.br]

14 de set. de 2011

Os problemas de fazer um orçamento para controlar custos

Determinar metas para reduzir despesas na empresa pode causar mais malefícios e desperdícios do que vantagens

Por Renato Feder*

   Divulgação

Um dos grandes desperdícios de energia, recursos, relacionamento gerencial e dinheiro das grandes empresas ocorre na elaboração e na implementação de orçamentos para redução de gastos e controle de despesas. Esse texto tem o objetivo de mostrar que a realização de orçamentos tem vantagens e pode ser benéfica, mas que, em geral, devido a erros de foco e de execução, traz muito mais malefícios e desperdícios do que vantagens.
Um orçamento tem dois grandes objetivos. O primeiro é preparar a empresa para o futuro e prever investimentos, lançamentos de produtos e vendas para verificar como isso afetará a produção e o fluxo de caixa. O segundo objetivo é tentar controlar e reduzir as despesas do próximo período. Quando falamos sobre preparar a empresa para o futuro, os orçamentos são extremamente importantes e saudáveis. Eles são parte fundamental da estratégia, e ignorar essa ferramenta é deixar a companhia à deriva.
Quanto ao segundo objetivo – controlar e reduzir despesas –, na melhor das hipóteses, ele é ineficaz. Esses orçamentos estabelecem uma meta para diminuir despesas como passagens aéreas, material promocional, conta telefônica, custos de impressora, luz, água, energia etc. Para saber se a empresa economizou ou reduziu despesas, os executivos desse tipo de atividade verificam como um gasto se comportou em relação à meta pré-estabelecida. Se a conta de telefone ficou abaixo da meta, eles ficam satisfeitos, pois têm a sensação de que a empresa conseguiu economizar e cumpriu o orçamento.

Essa interpretação tem pelo menos três erros graves. O primeiro é que a meta tem uma chance enorme de estar errada, por ser baseada no passado. Olhar quanto se gastou com telefonia ou qualquer outro gasto em outra época tem pouca relação com o quanto se vai gastar no futuro. Uma mudança da operadora de celular, um reajuste de contrato na telefonia fixa, um aumento de funcionários ou a abertura de uma nova filial, por exemplo, podem mudar completamente a conta telefônica. A meta de gastos perde totalmente a capacidade de ser a referência a ser alcançada.
O segundo erro é que, se a previsão for um pouco folgada, a pessoa que controla um determinado gasto terá um incentivo para gastar mais do que deveria. Por exemplo, existe uma meta de gastos com material promocional. Com o fim do período se aproximando, o responsável por esse custo vê que, por ter feito um bom trabalho, acabou economizando muito. Ele percebe que, no ano que vem, a área de orçamento vai querer a mesma economia, fato que não pode ser garantido. Por isso, ele tem um incentivo a comprar mais material promocional (mesmo que a empresa não precise) para cumprir o orçamento sem a folga e garantir que não terá uma meta mais apertada no ano seguinte.
O terceiro erro é deixar de atender a objetivos mais importantes da empresa para contemplar as metas do orçamento. Imagine que um executivo comercial tenha uma excelente oportunidade de fazer negócios e precise de uma passagem aérea urgente. Mas a área que compra as passagens já está com a meta desse gasto ultrapassada e vai querer impedir a compra da passagem, o que prejudicaria a empresa como um todo. O executivo comercial e a área de compra de passagens tendem a entrar num conflito desnecessário e contra o resultado da empresa.
O segredo para manter os gastos nos níveis mais baixos possíveis é atacar diretamente os próprios custos e não os defrontar com uma meta baseada no passado. Para baixar os custos com telefonia, tenha uma pessoa inteligente, que saiba negociar bem os contratos e colocar uma operadora contra a outra. Uma segunda medida eficaz é verificar as contas de telefone individualmente e descontar do salário de quem abusar do seu ramal ou celular corporativo. Para tomar essas medidas tão eficientes e necessárias, ninguém precisa de orçamento ou meta.
Para baixar os custos com passagem aérea, por exemplo, garanta que um bom funcionário cote preços de maneira inteligente com todas as companhias aéreas, aproveite as promoções e, principalmente, garanta que os executivos que viajam emitam com antecedência suas passagens. Gaste sua energia mostrando a importância de comprar com antecedência e não tentando prever os gastos com viagens do ano que vem.
Para economizar em outros gastos, como impressora, limpeza e manutenção, canalize sua energia atacando dois pontos mais eficazes. Primeiro, garanta a competição acirrada entre seus fornecedores e direcione a responsabilidade de controle para bons negociadores. Acompanhe-os de perto e premie as reduções de custo que eles conseguirem. Segundo, puna exemplarmente os abusos de recursos dos seus funcionários, fazendo com que as pessoas paguem pelos seus excessos.
Se você deseja fazer um orçamento para prever que impactos sua estratégia terá no seu fluxo de caixa, vá em frente, esse é um ótimo investimento de tempo. Mas, se você quer fazer um orçamento para estabelecer metas para seus gastos, esqueça. Essas previsões vão lhe trazer muito mais dores de cabeça do que benefícios. Concentre sua energia diretamente nas negociações com os fornecedores, espremendo-os sempre o máximo possível. Uma vez com os preços negociados, fique em cima das pessoas que mais gastam, fazendo-os pagarem por seus exageros. Essas duas medidas farão você atingir reduções de custo muito maiores que sua previsão de orçamento inicial mais otimista.
* Renato Feder é graduado em Administração de Empresas pela FGV, mestre em Economia pela USP, professor da Universidade Mackenzie e empresário há oito anos. Seu e-mail é refeder@hotmail.com

[Fonte: http://revistapegn.globo.com]

Como montar uma estratégia de vendas nas redes sociais?

Rafael Farias Teixeira

Com a popularização da internet no começo da década de 2000, parecia que a última fronteira para qualquer empresa seria a criação de uma loja on-line e o início de uma estratégia de e-commerce. Só que outro fenômeno surgiu e conquistou a atenção dos usuários: as mídias sociais. Ficou provado que, mais que um instrumento, a internet é uma comunidade. E que, para conquistá-la, é preciso usar as ferramentas certas. “O conceito de mídias sociais precede a própria internet”, diz Ludovino Lopes, vice-presidente da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net). “Mas a web amplificou o seu significado, trazendo a possibilidade de interação e colaboração.”
Hoje, não basta apenas vender, é preciso vender socialmente, praticando o que ficou conhecido como social commerce. “Esse comércio é feito de usuário para usuário”, diz Thiago Nascimento, fundador do Bloompa, plataforma social de compras. “A venda é resultado dessa interação: a empresa entra apenas como estímulo.” Mídias como o Facebook e o Twitter funcionam não só para aumentar as vendas, mas também para cativar e fidelizar clientes. Segundo Lopes, o boom das redes levou muitos negócios a usarem esses canais de forma pragmática e fria, visando somente o incremento da receita. “É preciso ultrapassar essa primeira fase, agregar valor, passar um conteúdo de relevância. Essa é a mágica da mídia social. O discurso só de venda provoca uma resposta morna”, afirma.
Seja qual for o uso das redes, a verdade é que a relação mais humanizada com os usuários pode, sim, converter-se em retorno financeiro. Na opinião de Danilo Alvarenga, diretor técnico da empresa americana de soluções em e-commerce 3dcart, o uso sistemático do Twitter e do Facebook pode levar a um crescimento de até 34% no tráfego do site de vendas da empresa.
Mas não se engane com os números animadores: antes de colocar seu empreendimento nas mídias sociais, dedique algum tempo ao planejamento e à organização do conteúdo. “Quando se publica qualquer coisa nas redes sociais, a primeira impressão é a que fica. Então tenha certeza de que a casa está arrumada antes de abrir as portas”, afirma Alvarenga. Ou seja, pesquise quais mídias funcionam para seu negócio, conheça o público que você quer atingir e defina como vai interagir com ele. A seguir, boas ações de social commerce que podem ser postas em prática para aumentar as vendas.

APOSTE NO VISUAL

YOUTUBE
Ter um perfil na rede de compartilhamento de vídeos pode ser útil se a empresa tiver capital para investir nesse tipo de produção. “Os vídeos têm grande impacto sobre os usuários e podem se tornar virais facilmente”, afirma Ludovino Lopes, vice-presidente da camara-e.net. Faz parte da estratégia deixar na descrição do vídeo um link que direcione o usuário ao produto anunciado, para estimular a finalização da compra. Os posts no Youtube também servem como apresentação para o consumidor conhecer o dia a dia da empresa, humanizando mais a relação entre os dois.

FLICKR
Essa rede de compartilhamento de fotos pode ser útil para provocar o interesse dos consumidores: o método mais utilizado é postar imagens de novos produtos. Propagada pelo Twitter, a estratégia de “teaser” pode alimentar a vontade de comprar até que o lançamento seja feito. Como o Youtube, também pode ser utilizado para mostrar a rotina da empresa, aproximando o consumidor.

 

[Fonte: http://revistapegn.globo.com]

As 10 maiores falhas na nuvem em 2011 (até agora)

 

Aqui nós vamos dar uma geral nos principais problemas vivenciados por provedores de computação em nuvem este ano

Se aprendemos alguma coisa até agora sobre computação em nuvem – neste primeiro semestre de 2011 - é que o conceito pode, sim, dar problemas. Falhas acontecerão, pois nenhuma tecnologia está imune. O que acontece é que os servidores de cloud e as arquiteturas existentes são propensas a inatividade com o passar do tempo. E alguns dos maiores players estão sofrendo com a falta de atividade em seus serviços durante este ano. Aqui nós vamos dar uma geral nas dez maiores problemas vivenciados por provedores até agora. Confira:

1. Microsoft Windows Live Hotmail

As falhas do Windows Live Hotmail começaram no dia 30 de dezembro, porém a Microsoft só veio a público falar das encrencas no sistema no dia 2 de janeiro deste ano.

O Hotmail, um dos mais populares serviços do mundo, sofreu falhas que deletaram temporariamente todos os emails da caixa de entrada de mais de 17 mil usuários. O problema durou cerca de quatro dias. Os usuários do sistema relataram que, após efetuarem login, perceberam que pastas e emails tinham, simplesmente, desaparecidos, sem a opção de recuperação. A Microsoft diz que resolveu os problemas no dia dois de janeiro, mas os donos das contas afirmam que só dois dias depois tudo foi devidamente restabelecido.

2. Jive Software

Centenas de usuários da solução da companhia relataram, em janeiro, um queda no sistema derivada de um erro no data center da Jive. De acordo com o post feito na época no blog da empresa, que detalhava a falha, o problema ocorreu no centro de armazenamento de dados localizado em no Colorado, onde a Jive oferece serviços de hospedagem. Blogs e wikis encontraram muitos problemas com o serviço.

A Jive disse que a paralisação foi causada por uma falha de hardware em um dos sistemas de armazenamento. Pelo menos 500 clientes tiveram seus sites em modo offline durante a última sexta feira.

3. Gmail

No final de fevereiro deste ano, o Gmail sofreu uma queda imensa de serviço, que resultou na aniquilação de milhares de caixas de entradas e pastas. Quando os usuários buscavam por informações em seu email, notavam que tudo tinha desaparecido. No auge do problema, cerca de 150 mil usuários foram afetados.

Dias após, o Google pediu desculpas pelos problemas causados no sistema, pois as falhas ocorreram devido a uma atualização implantada na época. O sistema voltou, em poucos dias, às atividades normais.

4. Intuit

Uma série de falhas envolvendo a hospedagem de serviços para pequenas e médias empresas da Intuit deram o que falar no final de março. Os problemas, que perduraram uma semana, ocorreram devido a, novamente, uma atualização e manutenção no sistema. A Intuit conta com serviços de cloud muito populares lá fora, como o Intuit QuickBooks, QuickBooks Online Payroll e ntuit Payments Solutions

5. Amazon Web Services

Em 21 de abril, clientes que utilizavam serviços em nuvem hospedados nos servidores da Amazon localizados na Virgínia do Norte (EUA) sofreram cortes e interrupções. O problema persistiu por vários dias, irritando usuários. A falta de comunicação da provedora com relação ao percalço gerou um movimento grande de pessoas que clamaram por transparência por parte do fornecedor.

A provedora justificou a falha dizendo que sua loja, a Elastic Block Store (EBS), ficou presa em uma “tempestade de re-espelhamento”. Mais de uma semana após a paralisação inicial, a Amazon se desculpou e ofereceu crédito aos usuários da nuvem.

6. VMware Cloud Foundry

A plataforma de desenvolvimento da provedora de tecnologia de virtualização foi atormentada por um par de diferentes apagões no final de abril. Embora ainda em versão beta, o Cloud Foundry serviço foi colocado para fora da comissão por uma queda de energia, que afetou uma fonte de alimentação de um gabinete de armazenamento por volta das 5h45, de 25 de abril. Na manhã do dia seguinte, as 10h15, um engenheiro estava desenvolvendo um plano de detecção para prevenir problemas como os vivenciados no dia anterior. O técnico esbarrou em um teclado e tirou balanceadores de carga, roteadores e firewalls do ar, causando uma interrupção parcial da infraestrutura de DNS. O resultado? Perda completa de conectividade externa para Cloud Foundry.

7. Yahoo Mail

A empresa de busca e e-mail caiu em 28 de abril. O Yahoo não pôde dizer quantos usuários foram afetados quando o seu popular serviço mensagens “veio abaixo” e lá ficou por várias horas. Estima-se, contudo, que mais de 1 milhão de usuários foram afetados. A causa do problema não foi revelada, mas a fornecedora garante que dados não foram perdidos ou correm risco.

8. Microsoft BPOS (Round 1)

Entre 10 e 13 de maio, o Business Productivity Online Service (BPOS) sofreu uma série de interrupções, que acarretaram longos atrasos na entrega das mensagens dos usuários que trafegavam por aquela nuvem. O problema começou por volta das 12h30 de terça-feira, quando o serviço vinculado ao Exchange experimentou um problema com um dos componentes do hub vinculados ao tráfego incorreto de mensagens.

A fabricante disse que o Exchange possui uma capacidade de “built-in” para lidar com problemas de tráfego, mas “encontrou um caso obscuro” naquela situação que o fez não funcionar corretamente, criando acumulo de e-mails em um intervalo estimado entre seis a nove horas.

Em 13 de maio, mais atrasos, resultando algo como cerca de 1,5 milhão de mensagens de correio eletrônico “presas”, aguardando entrega. A Microsoft corrigiu essa questão por volta das 15h daquele dia.

9. Microsoft BPOS (Round 2)

Em 19 de maio, o serviço em nuvem do Exchange, parte do BPOS sofreu um problema de software que causou atrasos intermitentes nos e-mails de usuários nas Américas. A Microsoft disse que menos de 1% dos clientes foram afetados pela falha, que começou às 08h48, quando os sistemas de monitoramento detectaram filas “anormais” em 30% dos servidores Exchange Online.

Por 9h54, a fila de e-mails havia caído para níveis normais, mas o time de engenharia da companhia identificou um problema causado por software em um hub de servidores. A Microsoft corrigiu a falha no sistema adicionando máquinas que aliviaram a demanda e normalizaram o fluxo por volta das 15h30.

10. Microsoft BPOS (Round 3)

O sistema em nuvem da gigante sofreu mais um ataque. Dessa vez, ocorreu em 22 de junho. O serviço ficou fora do ar por mais de duas horas e levou com ele os serviços online de painéis de controle, o que significa que os usuários, além de enfrentarem problemas, não conseguiam ver o que estava acontecendo.

* Leia a reportagem original, em inglês, na CRN EUA: “The 10 Biggest Cloud Outages Of 2011 (So Far)

Blog: CELSON BONILHA – SISTEMA DE INFORMAÇÃO

 

Acesse e Confira: http://itweb.com.br/blog/gerenciamento-de-dados-na-era-virtual/

 

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Windows 8: O que há de novo?

 

Agora já sabemos. O presidente para o Windows da Microsoft, Steven Sinofsky, revelou hoje (13/9), na conferência de desenvolvedores Build, na Califórnia (EUA), um Windows “reimaginado”, que traz uma interface bem diferente, baseada em blocos, chamada Metro – que foi baseada no Windows Phone e é feita para operação por toque -; roda em processadores ARM e também em chips Intel x86; que também vai funcionar em PCs tradicionais com teclado e mouse; e que vai rodar qualquer coisa que roda hoje no Windows 7. A nova versão, chamada Windows 8, está agora na versão Developer Preview, sem data de lançamento (ainda).
Sinofsky disse que a Microsoft redesenhou o Windows porque “as coisas são muito diferentes agora do que há três anos... O Touch é toda uma nova dimensão. Mobilidade é toda uma nova dimensão. Nós queremos que o Windows responda a isso”. Ele também disse que o Windows 8 usa apenas 281 MB de RAM, menos que os 404 MB de RAM do Windows 7, e que todos os novos recursos são nativos do núcleo do sistema e não colocados por cima dele. Isso deverá facilitar o desenvolvimento e ajudar na performance, disse. A Microsoft tem dito que o Windows 8 não funcionará em smartphones, que deverão usar o Windows Phone 7.
Diferentemente do Windows 7, o Windows 8 é projetado para PCs com telas touch, em que os usuários fazem gestos com os dedos em monitores verticais - um contraste com a estratégia da Apple de restringir os gestos a toques em superfícies horizontais, como um touchpad. (PCs sem tela touch usarão aparelhos tradicionais como apontadores.) Ele também vai rodar em tablets no estilo do iPad.
Blocos vivos
A nova tela Start não é mais um lançador de ícones, mas uma série de blocos que podem conter dados vivos, telas de aplicações, telas de comunicações e assim por diante. Quando clicados ou tocados, os blocos abrem o conteúdo ou app em sua própria janela. Os apps podem interagir por meio de APIs comuns de intercâmbio, algo que Sinofsky chamou de “teia de apps”.
O Windows 8 adota vários recursos que surgiram primeiro no Mac OS X, da Apple, como os apps de tela cheia, a busca dentro do sistema e a verificação ortográfica nativa. A Microsoft também trabalha em uma versão do Internet Explorer alinhada com o HTML5. O IE é o único dos grandes navegadores que ainda não é compatível com o HTML5.
Para desenvolvedores, a Microsoft apresentou sua novas APIs WinRT. Com elas, você poderá usar a língua de sua escolha em vez de sofrer com as restrições de tradução da IDE. Uma ferramenta de interface de usuário baseada em um padrão de grade HTML5 ajuda os desenvolvedores a projetar suas aplicações visualmente para trabalhar com várias telas e orientações. A Microsoft também vai lançar uma loja de apps parecida com a Mac App Store da Apple, com a diferença que ela também deixará o consumidor testar o software antes de comprá-lo.

[Fonte: IDG Now!]
Data: 14/09/2011

e-Learning - Aspectos Motivacionais

1. Sumário Executivo

A pesquisa de agosto identificou os aspectos motivacionais do e-Learning. Uma dúvida muito frequente é se os cursos devem ou não ser obrigatórios em uma organização. Procuramos, portanto, projetar no mercado brasileiro qual a postura das organizações atualmente e as expectativas dos profissionais para o futuro.

De acordo com a pesquisa, 60% dos participantes afirmaram que a maioria dos cursos em suas organizações não é obrigatória, ou seja, a participação é voluntária. Outros 40% afirmam que a participação nos cursos é obrigatória.

Outra pergunta endereçada aos participantes foi onde e quando eles gostariam de participar, como treinandos ou alunos, dos cursos oferecidos. Na visão do aluno, 46% dos pesquisados preferem estudar no local de trabalho. E 25% preferem fora do local de trabalho, antes ou depois do expediente.

Em 78% do universo pesquisado, o suporte mais importante em cursos de e-Learning é o suporte didático e de conteúdo, ou seja, a presença de um tutor ou monitor que auxilie e motive o aluno durante o processo de aprendizagem. Em seguida está o suporte técnico sobre equipamentos e tecnologias, considerado por 18% dos participantes como o mais importante. Outros 4% ainda consideram o suporte por parte de colegas de curso como o mais importante.

Para muitos especialistas, um dos pontos fundamentais para um projeto de e-Learning obter êxito é a divulgação e as ações de marketing que o circundam. Por isso foi perguntado aos participantes da pesquisa qual a importância do marketing para o aumento da participação dos treinandos.

O meio mais utilizado pelas organizações para a divulgação dos cursos é o e-mail (45%). Outros 33% afirmaram que é a internet e intranet. Para 9%, o meio mais utilizado é o contato direto.

Com o objetivo de entender melhor o que pensam os profissionais brasileiros a respeito do que realmente motiva a participação das pessoas em programas de educação e treinamento, perguntamos qual o fator que efetivamente impulsiona esse interesse e 53% responderam que é o Desenvolvimento Pessoal.

2. Resultados

2.1 Participação Obrigatória ou Voluntária

- 60% dos participantes afirmaram que a maioria dos cursos em suas organizações não é obrigatória, ou seja, a participação é voluntária;
- 40% afirmam que a participação nos cursos é obrigatória.

2.2 Onde e quando deverão ser realizados os cursos?

a) Visão do aluno:

b) Visão da Organização:

2.3 Tipos de suporte mais importantes

- 78% do universo pesquisado aponta que o suporte mais importante em cursos de e-Learning é o suporte didático e de conteúdo, ou seja, a presença de um tutor ou monitor que auxilie e motive o aluno durante o processo de aprendizagem;
- O suporte técnico sobre equipamentos e tecnologias, considerado por 18% dos participantes como o mais importante.

2.4 Qual a importância do marketing e da divulgação dos cursos?

- 90% consideram muito importante ou importante;
- 9% consideram pouco importante.

2.5 Meio mais utilizado para divulgação dos cursos

- 45% das empresas utilizam mais o e-mail;
- 33% internet e intranet;
- 9% preferem o contato direto.

2.6 Fatores de Motivação

- 53% consideram o desenvolvimento pessoal como o maior fator motivacional;
- 25%, o aumento da empregabilidade;
- 12%, programas de promoção e sucessão.

[fonte: http://www.learning-performancebrasil.com.br]

Entidade internacional avalia que Brasil prioriza a educação

 

13 de setembro de 2011 - 19:27

A educação é uma prioridade para o Brasil, de acordo com o estudo Education at a glance 2011, da Organização de Cooperação e de Desenvolvimento (OCDE), entidade internacional e intergovernamental que agrupa os países mais industrializados da economia do mercado. Na última década, os investimentos do país com educação passaram de 10,5% para 17,4% dos gastos do orçamento público total, terceira maior proporção entre os países da organização.
O estudo aponta que o Brasil é o país que mais aumentou os gastos com educação básica. O investimento por estudante, da pré-escola ao nono ano (oitava série), aumentou em 121% entre 2000 e 2008.
Para o ministro da Educação, Fernando Haddad, “o relatório da OCDE reconhece o Brasil como o país que mais investiu em educação básica na década. Infelizmente não há o registro disso nacionalmente, mas internacionalmente o mundo reconhece que o Brasil na última década fez o maior esforço de investimento na educação básica dentro todos os países avaliados.”
O aumento do investimento na educação básica impulsiona maior participação no ensino médio. Hoje, 90% dos alunos brasileiros passam pelo menos nove anos na educação formal, um ano a mais que em 2000. No Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa), o Brasil teve a terceira melhor evolução entre os países estudados, atrás de Luxemburgo e Chile. “A nossa distância da média da OCDE diminuiu muito, mas não porque a média tenha caído; ela permaneceu estável, mas o Brasil avançou”, disse o ministro.
Na educação superior, onde o Brasil gasta o equivalente a 106% do seu PIB per capita por estudante, houve a expansão de 57% das matrículas. “Nós só formávamos 300 mil brasileiros por ano, hoje estamos formando um milhão por ano. Nós triplicamos em uma década o número de brasileiros formados”, afirmou Haddad.


Diego Rocha
[Fonte: http://portal.mec.gov.br]